Troquei sonhos por objetivos. Eles são mais compactos, ocupam menos espaço e dão mais certo.
Martha Medeiros (via inloveandshit)
(Source: loucaporsorrisos)
Cada pessoa, ou situação, só tem sobre você o poder que você concede a ela.Você é seu unico limite!
Dê a quem você ama asas pra voar, raízes pra voltar e motivos pra ficar.
“Não mereço uma pessoa que não sabe o que quer. Mereço certezas. Mereço que seja recíproco. Não quero alguém que me bajule o tempo todo. Não precisa abrir porta de carro, oferecer diamantes, pagar o jantar. Só precisa ser sincero. E real. E, principalmente, se entregar por inteiro. Porque não estou aqui para receber metade de nada.”
Clarissa Corrêa
Ei, me promete uma coisa? Por mais errado que eu seja, continua aqui.
Verdadesdegaroto (via verdadesdegaroto)
- Você é meio doida. – ele disse olhando o apartamento, meio confuso.
- I know baby. – eu disse sorrindo e o beijando. – Pega uma toalha pra mim? Deve ta ali na cama.
Continuou me olhando pensativo.
- Desculpa, era pra ficar magoada? – ele me entregou a toalha ainda esquisito, comecei a secar minhas pernas – Baby?
- Sofia, por que você me chama de baby?
- Porque não gosto de chamar de amor e essas bobagens. E porque to lendo literatura norte-americana demais – disse sorrindo - Por quê? Você não gosta?
- Por que você não me chama pelo nome?
- Porque não gosto do teu nome, oras – fui até a cozinha pegar água, abri a geladeira – Você não vai se secar?
- Sofia, qual é meu nome?
Mordi os lábios, fechei os olhos, disse baixinho pra geladeira aberta: merda.
- Esqueceu do próprio nome, baby?
- Sofia?
- Claro que é Rob..naldo, Ronaldo.
- Ronaldo, Sofia? Sério?
Comecei a rir.
- Sorry.
- Podia ter inventado outro nome mais feio não?
- Eu disse que não gostava do teu nome – Disse rindo e trazendo um copo com água pra você. – Tá, minha memória é terrível. Qual teu nome?
- Rafael.
- Bem melhor. Prazer, Rafael. – disse beijando o pescoço dele.
- Que tipo de mulher é você? – Ele disse sorrindo.
- Oh, come on. Uma sem memória, do jeito que vocês gostam. – Sentei na cama, comecei a secar meu cabelo com a toalha.
- Você nem é tão boa assim ta?
- Irritou baby? Eu nunca disse que era boa… As pessoas dizem, eu só acredito.
- As pessoas mentem.
- Você não tava mentindo ontem à noite.
- Quem te garante?
O olhei de cima abaixo.
- Eu, eu garanto.
- Você me falou ontem que tem um blog.
- Falei? Merda, tenho que parar de beber.
- Você escreve sobre os caras lá?
- Yeah.
- Vai escrever sobre mim?
- Maybe.
- Me passa o link?
- Não.
- Por quê?
- Por que não quero.
- Deve ser algo bem infantil, cheio de frases do Caio F. e do Gabito Nunes.
- É, deve. – eu disse sorrindo.
- Você passou pros outros caras?
- Pra alguns.
- E por que pra mim não?
- Por que gosto de você.
- Como eu sei se você não ta mentindo pra tentar mudar de assunto?
- Você não sabe.
- Oh, come on, eu me garanto. Escreve sobre ontem à noite.
- Você não é tão bom assim ok?
- Pra tá na merda do teu blog?
- Não é isso, to falando desse teu peito estufado aí. Desse teu ego passando frio no Everest.
- Olha quem fala!
Comecei a rir.
- Essa conversa não acaba?
- Você parecia muito satisfeita ontem a noite.
- Já disse, você nem é tão bom assim. E eu nem queria você, queria teu irmão.
- Não tenho irmãos.
- Merda – disse baixinho – Irmão não, queria o amigo que tava contigo.
- O gordinho gay ou o casado?
- Fuck, olha o tipo de gente que você anda.
- Verdade, tenho que ter cuidado se for andar com gente como você. Você é doida, Sofia. Pensei que tava entrando num hospício, com todas essas paredes riscadas. Você já ouviu falar em caderno? - disse sorrindo.
- Já disse que loucura não me ofende.
- Sabe que ontem a noite dizia muito que não prestava?
- Tá vendo? Sou muito sincera.
- Tô começando a acreditar ein.
- Na minha sinceridade?
- Não, nisso de não prestar. Porra, você esqueceu meu nome.
- Oh baby, tod…
- Sem baby.
Comecei a rir
- Ô Rafael, todo mundo esquece nomes.
- Eu lembrei do teu.
- Ok, ok, desculpa. Eu quero rosas vermelhas ok? – eu disse me levantando e indo na direção dele.
- Hã?
- Pro casamento, quero rosas vermelhas. Não é assim que tem que ser, bem mulherzinha?
Você começou a rir.
- O padre não vai deixar, Sofia. Rosas vermelhas são muito intensas, sei lá.
- A gente suborna ele.
- Ok. Você é incrível, sabia?
- Claro!
- Palhaça.
Comecei a beijar-lo, sorrindo. Ele me deitou na cama, ainda me beijando.
- Você devia ficar mais - eu disse entre um beijo e um sorriso.
- Eu sei, eu vou. Assim que te comprar um caderno.
Levantou, colocou uma camiseta e saiu.
Porra, ele é incrível.
- I know baby. – eu disse sorrindo e o beijando. – Pega uma toalha pra mim? Deve ta ali na cama.
Continuou me olhando pensativo.
- Desculpa, era pra ficar magoada? – ele me entregou a toalha ainda esquisito, comecei a secar minhas pernas – Baby?
- Sofia, por que você me chama de baby?
- Porque não gosto de chamar de amor e essas bobagens. E porque to lendo literatura norte-americana demais – disse sorrindo - Por quê? Você não gosta?
- Por que você não me chama pelo nome?
- Porque não gosto do teu nome, oras – fui até a cozinha pegar água, abri a geladeira – Você não vai se secar?
- Sofia, qual é meu nome?
Mordi os lábios, fechei os olhos, disse baixinho pra geladeira aberta: merda.
- Esqueceu do próprio nome, baby?
- Sofia?
- Claro que é Rob..naldo, Ronaldo.
- Ronaldo, Sofia? Sério?
Comecei a rir.
- Sorry.
- Podia ter inventado outro nome mais feio não?
- Eu disse que não gostava do teu nome – Disse rindo e trazendo um copo com água pra você. – Tá, minha memória é terrível. Qual teu nome?
- Rafael.
- Bem melhor. Prazer, Rafael. – disse beijando o pescoço dele.
- Que tipo de mulher é você? – Ele disse sorrindo.
- Oh, come on. Uma sem memória, do jeito que vocês gostam. – Sentei na cama, comecei a secar meu cabelo com a toalha.
- Você nem é tão boa assim ta?
- Irritou baby? Eu nunca disse que era boa… As pessoas dizem, eu só acredito.
- As pessoas mentem.
- Você não tava mentindo ontem à noite.
- Quem te garante?
O olhei de cima abaixo.
- Eu, eu garanto.
- Você me falou ontem que tem um blog.
- Falei? Merda, tenho que parar de beber.
- Você escreve sobre os caras lá?
- Yeah.
- Vai escrever sobre mim?
- Maybe.
- Me passa o link?
- Não.
- Por quê?
- Por que não quero.
- Deve ser algo bem infantil, cheio de frases do Caio F. e do Gabito Nunes.
- É, deve. – eu disse sorrindo.
- Você passou pros outros caras?
- Pra alguns.
- E por que pra mim não?
- Por que gosto de você.
- Como eu sei se você não ta mentindo pra tentar mudar de assunto?
- Você não sabe.
- Oh, come on, eu me garanto. Escreve sobre ontem à noite.
- Você não é tão bom assim ok?
- Pra tá na merda do teu blog?
- Não é isso, to falando desse teu peito estufado aí. Desse teu ego passando frio no Everest.
- Olha quem fala!
Comecei a rir.
- Essa conversa não acaba?
- Você parecia muito satisfeita ontem a noite.
- Já disse, você nem é tão bom assim. E eu nem queria você, queria teu irmão.
- Não tenho irmãos.
- Merda – disse baixinho – Irmão não, queria o amigo que tava contigo.
- O gordinho gay ou o casado?
- Fuck, olha o tipo de gente que você anda.
- Verdade, tenho que ter cuidado se for andar com gente como você. Você é doida, Sofia. Pensei que tava entrando num hospício, com todas essas paredes riscadas. Você já ouviu falar em caderno? - disse sorrindo.
- Já disse que loucura não me ofende.
- Sabe que ontem a noite dizia muito que não prestava?
- Tá vendo? Sou muito sincera.
- Tô começando a acreditar ein.
- Na minha sinceridade?
- Não, nisso de não prestar. Porra, você esqueceu meu nome.
- Oh baby, tod…
- Sem baby.
Comecei a rir
- Ô Rafael, todo mundo esquece nomes.
- Eu lembrei do teu.
- Ok, ok, desculpa. Eu quero rosas vermelhas ok? – eu disse me levantando e indo na direção dele.
- Hã?
- Pro casamento, quero rosas vermelhas. Não é assim que tem que ser, bem mulherzinha?
Você começou a rir.
- O padre não vai deixar, Sofia. Rosas vermelhas são muito intensas, sei lá.
- A gente suborna ele.
- Ok. Você é incrível, sabia?
- Claro!
- Palhaça.
Comecei a beijar-lo, sorrindo. Ele me deitou na cama, ainda me beijando.
- Você devia ficar mais - eu disse entre um beijo e um sorriso.
- Eu sei, eu vou. Assim que te comprar um caderno.
Levantou, colocou uma camiseta e saiu.
Porra, ele é incrível.
Sofia (via caminhaodegas)
(Source: sarcasmoeoutrosorgasmos)


“Tu é diferente. Não é só diferente da maioria, é diferente de todos.”
Hoje eu acordei antes pra ver sua mão em cima da minha. Sua mão, seus braços, sua presença, seu corpo inteiro. Hoje eu acordei te amando tanto que até apertou o peito, sabe? Me disseram que isso acontece com quem ama demais…


